
Viajaremos incógnitos por um tempo
de astros desavindos e suspiros
e musas tenebrosas e vorazes
e, todavia, sempre compassivas.
Por um tempo sem par nos trocaremos,
por nada nos trocamos,
pois um riso mortal virá dizer-nos
que de onde nós partimos nos achamos.
Será nosso esse riso
ou do mapa entre os pés?
Bocas de estátuas rindo,
salvai as nossas almas.
Poema: António Rebordão Navarro
Fotografia: Miriana

1 comentários:
Olá Aldina
Que bom encontrar o seu site...
Estava a publicitar o seu momento de Sábado no Teatro Municipal de Almada no meu site(blog).
Os meus parabéns pelas palavras sentidas e vivênciadas nesta casa. Tentarei estar presente amanhã em Almada.
Um Abraço profundo:).
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