
Ao José Mário Branco, Fausto e Sérgio Godinho,
a minha eterna gratidão... de sempre e para sempre!
É de bom ânimo, gracioso esplendor,
Que a teus mandos me confio;
Outros têm desígnios, propósitos, ardor
Já eu, só viver é quanto anseio.
Tudo o que me agitou a sensibilidade
Como alegoria se me afigura agora
Do infinito, e bem assim da unidade,
Tudo isso senti, vivamente, hora a hora.
Ler essa escrita por imagem
Fará sempre a vida valer a pena,
Pois em mim sei que existem
O eterno, a essência plena.
Poema: Hermann Hesse
Fotografia: Augusto Brázio

2 comentários:
O não poder assistir a este concerto é uma das grandes mágoas com que fico.
Restam os albuns em casa. Na sua maioria em LP `S
É um privilégio assitir a momentos tão plenos.
Já coleccionei uns tantos.
E tu também já deste p'ra este mealheiro.
Venham mais, porque resistir é preciso!
Enviar um comentário