" Os olhos de Henriqueta tinham um brilho natural. "Vejo-o amanhã?", perguntara-lhe ela, ao deixá-lo nessa tarde. E ele ficava-lhe grato pelo brilho natural dos seus olhos, pela simplicidade das suas palavras, pelo amor que ela lhe oferecia e que ele ainda não aceitara, e por aceitar ela o amor que ele lhe dera já sem lho dizer."
( Fernanda Botelho )